Blog da Flavia

A doença como símbolo

Publicado por Flavia Macedo Parente em 28/01/2019 às 10h26

Um símbolo é uma representação de um pensamento, na filosofia chinesa entramos em contato com símbolos desde os primeiros estudos, toda ela foi escrita em ideogramas, que é a escrita chinesa, dessa forma entende-se que a compreensão da Medicina Chinesa pode variar um pouco de autor para autor, pois cada símbolo, cada desenho pode ser interpretado de forma diferente por cada indivíduo.

Segundo Helena Campiglia palavras fazem do infinito finito, já o símbolo é capaz de ampliar os limites e tocar o infinito, dessa forma textos escritos na Medicina Chinesa 2000 anos atrás estão tão atuais, pois a cada interpretação, novos sentidos, novos esclarecimentos.

A psicossomática estuda como nossa mente pode causar doenças, existem até mesmo doenças psicossomáticas, ditas geradas por problemas emocionais, eu acredito que qualquer desequilíbrio nos trás lições, qualquer desequilíbrio é funcional, ou seja, vem em nossas vidas para nos fazer superar, aprender, viver algo que sem ele seria impossível.

Podemos, então, olhar a doença como um símbolo, na metafísica da saúde estuda-se como padrões de pensamento e comportamento podem gerar desarmonias em nosso corpo, assim poderíamos analisar as dicas que essa doença ou desarmonia nos dá:

Qual órgão ela atinge? Quais sentimentos podem atingir tal órgão? Quais atitudes você teve em sua vida que favoreceram/geraram/antecederam tal desarmonia? Para que estou vivendo isso? Qual caminho tenho pela frente se me mantiver nessa verdade?

Não acredito em receitas, sim, acredito que muitas doenças já foram estudadas e muitas pessoas diferentes apresentam características emocionais semelhantes, daí podemos conhecer caminhos que podem ser comparados ao nosso, mas da mesma forma que um sonho deve ser interpretado individualmente, a doença deve ser avaliada por cada indivíduo, cada um teve um trajeto até chegar lá, cada um fez seu próprio caminho.

Muitas vezes quando interpretamos um símbolo, compreendemos a mensagem que ele nos trás, e podemos assim deixar de precisar de tal dica, aviso, grito, mas nunca punição! Quando entendemos como punição entramos na pergunta errada que é:  POR QUE? E perguntar por que só nos trás culpa... outro caminho doloroso.

Até a próxima!

Flavia

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Considerações sobre um novo caso

Publicado por Flavia Macedo Parente em 16/01/2019 às 12h16

Essa semana realizei uma avaliação em uma nova paciente, um caso desafiante e muito interessante, após sua autorização resolvi contar aqui para vocês:

Mulher, 39 anos, mãe de um garotinho de 3 anos, buscou tratamento com a acupuntura como apoio à Reprodução Assistida, está com dificuldades para gerar o segundo filho, vou chamá-la ficticiamente de Ana.

Em 2015 Ana estava na Inglaterra, Londres, fazendo seu Doutorado acompanhada de seu marido, engravidou inesperadamente, a gestação transcorreu normalmente, não apresentou nenhuma intercorrência, com 36 semanas ao realizar os exames de rotina foi diagnosticada com síndrome de HELLP, espaço para explicar a síndrome:

HELLP - síndrome caracterizada por hemólise (destruição das hemácias), enzimas hepáticas elevadas (característica de lesão nas células hepáticas) e plaquetopenia (favorecendo hemorragias), muito comum ser esperada como uma complicação da pré eclampsia, porém nem sempre a mulher apresenta hipertensão anterior, apresenta-se a partir da  36ª semana de gravidez e pode aparecer até o 7º dia de puerpério, o tratamento principal é a interrupção da gravidez, mesmo com o bebê prematuro, e depois trata-se os sintomas, é uma complicação gestacional gravíssima, uma das principais causas de morte materna no mundo.

A a partir da confirmação do diagnóstico de HELLP, Ana foi internada e seu parto foi induzido, seu filho nasceu saudável de parto normal e passou muito bem, a primeira complicação veio durante o parto, os médicos decidiram a retirada cirúrgica da placenta pelo risco de hemorragia, infelizmente mesmo assim a hemorragia da artéria uterina aconteceu e Ana apresentou hemorragia massiva, foram 14 dias de coma, 3 meses de traqueostomia, entre suas complicações imediatas em UTI estão falência dos rins, edema pulmonar, ruptura parcial do fígado e sepse, achou pouco? Complicação tardia Ana apresentou polineuropatia - seus nervos não funcionavam corretamente e ela não conseguia segurar nem mesmo a cabeça e tinha dores fortíssimas, realizou algumas cirurgias abdominais para limpeza da infecção, seu abdômen permaneceu aberto por dois anos, porque apareciam focos de infecção sem explicação, foram 3 meses de UTI, 7 meses de internação, 1 ano para conseguir voltar ao Brasil, diante da comunicação entre os médicos ingleses e uma equipe especializada no Hospital das Clínicas de São Paulo. Após seu abdômen ter cicatrizado por segunda intenção (sozinho de dentro para fora), ela realizou uma cirurgia plástica para reconstrução e há um ano foi liberada para engravidar novamente.

A gravidez deve ser acompanhada por uma equipe de alto risco, porém claro, após toda esta história a gravidez não ocorreu naturalmente, descobriu obstrução em suas tubas uterinas e sinéquias no útero, sua menstruação após um ano do parto voltou e permaneceu regular, porém em novembro de 2018 seu médico da reprodução assistida do HC pediu mais uma histeroscopia cirúrgica por conta das sinéquias, tais sinéquias podem atrapalhar a nidação do embrião na parede do útero durante o tratamento de fertilização in vitro, e depois disso ela não menstruou mais, sem menstruação o médico não acredita em uma tentativa de FIV, portanto, seu principal objetivo comigo seria favorecer esta menstruação. 

Ana percebe sua ovulação e entra em todo o processo como se fosse menstruar, mas não apresenta sangramento.

Eu acredito na acupuntura, penso que de alguma forma o corpo dela falou comigo, pois ela sangrou algumas horas após a nossa sessão, porém meus questionamentos são outros...

Trabalho com infertilidade há muitos anos, vejo o desejo e a frustração de mulheres na busca de seu grande sonho, penso agora como é para a alma dessa mulher que em um momento que representa o ápice do feminino, a gravidez, nas vésperas de uma grande expressão de mulher, seu parto, ela é diagnosticada com algo tão grave, e chega a beira da morte num momento que representa tanta vida, quais as feridas nesse corpo que não podem ser vistas? Quais as feridas na alma dessa mulher? Quais os medos dessa mulher em se colocar novamente em risco? Quais os anseios dessa alma que na tentativa de se curar definitivamente deseja outro filho?

Eu acredito na acupuntura e na medicina chinesa, acredito na liberação dos canais, fortalecimento de sua energia e acredito na possibilidade dessa gravidez, mas sei também que não fazemos tudo, a Benção do útero e a Microfisioterapia serão técnicas que estarão comigo nesse processo, acredito no desejo da Ana e acredito em Deus, espero em pouco tempo poder vir aqui contar a vocês que Ana engravidou e que mãe e filho passam bem após o parto.

Até a próxima

 

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Puerpério e a Medicina Chinesa

Publicado por Flavia Macedo Parente em 22/11/2018 às 09h46

puerpérioO puerpério, período logo após o nascimento de um filho, é um momento desafiante, muitos aprendizados, muita novidade, hormônios que retornam ao que estamos acostumadas, um corpo diferente do que tínhamos antes da gravidez, uma rotina completamente diferente do que estamos acostumadas, principalmente no primeiro filho, mas a chegada de um bebê muda qualquer rotina, o (re) conhecimento desse novo ser, que temos muitas vezes, a impressão de conhecer mas quando sai de nosso ventre é que nos damos conta que ainda não sabemos nada sobre ele, um tobogã de emoções que nos enche de força e coragem e no minuto seguinte de insegurança e fragilidade.

O puerpério compreende na medicina ocidental 40 dias, podendo se estender até 8 semanas, para a Medicina Chinesa são 30 dias, também chamado de mês de ouro, e assim chamado por determinar muitas coisas após sua passagem, para o profissional da Medicina Chinesa uma desarmonia que acomete a mulher nesse período pode acompanhá-la por muito tempo.

A maneira mais fácil de encarar e passar por essa fase é respeitando os ciclos seu e do bebê, faça o que é necessário com seu filho e quando ele dormir descanse também, reduza as cobranças e comparações, as trocas de informações são valiosas e amparam nosso coração, mas não existem receitas, ouça seu coração, o que funciona em uma casa pode não funcionar em outra, tenha empatia com você mesmo, você não é obrigada a saber como resolver tudo, a maternidade é um aprendizado diário, a cada dia que nos afastamos do parto estamos mais fortes e seguras, hoje sempre será melhor que ontem, sempre, não existem bebês perfeitos, técnicas perfeitas, mães perfeitas, pais perfeitos, sinta, tenha calma que tudo, sem exceção se encaixa com o tempo.

Segundo a Medicina Chinesa os alimentos cozidos e quentes são mais favoráveis nesse momento, sopas e caldos são valiosos para o restabelecimento, reorganização hormonal e harmonização do intestino, a acupuntura é extremamente valiosa nas dificuldades com a produção de leite, quando a tristeza fizer morada e se a angústia doer no peito. Perceba o puerpério como uma onda que chega rápido mudando tudo, mas que sem luta e desespero ela passa e tudo fica calmo novamente.

Até a próxima

Flavia

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Câncer de Mama

Publicado em 17/10/2018 às 14h40

Outubro rosaTodos os anos o mês de outubro é voltado para a conscientização em relação ao câncer de mama e é sabido que a principal atuação é a prevenção.

Segundo o INCA – Instituto Nacional de Câncer, o câncer de mama representa 25% dos casos de câncer em mulheres e é a mais frequente causa de morte por câncer em mulheres. Não existe uma causa específica, idade, fatores hormonais, fatores comportamentais e hereditários estão relacionados com o desenvolvimento da doença.

A prevenção é o caminho para reduzirmos os riscos de morte, em um primeiro momento atitudes que mudam os fatores comportamentais, ou seja, obesidade na pós-menopausa, sedentarismo, alimentação não saudável, sendo assim, o controle do peso, a busca de uma alimentação equilibrada e a prática de exercícios físicos regularmente promovem a saúde e assim são fatores de proteção contra o câncer. Outra forma importante de proteção à mulher é a detecção precoce de qualquer sinal que possa identificar o início deste processo, consultas regulares ao ginecologista são orientadas, porém o mais importante é o autoexame ou toque ocasional, este não apresenta uma técnica específica, a mulher toca suas mamas no momento que acha mais oportuno, 65% das mulheres (INCA) que detectaram alguma alteração em suas mamas foi através do toque ocasional. 

Na Medicina Tradicional Chinesa (MTC) não existe um tratamento para o câncer, levando em consideração que tratamos a pessoa e não a doença, porém, a grande atuação da acupuntura na promoção da saúde, participa da prevenção no sentido comportamental.

Para a MTC a energia que cuida das mamas é a energia do elemento Madeira, representada pelo órgão energético fígado, sua estagnação pode gerar dores nas mamas, o que é muito comum nos dias que antecedem a menstruação, por exemplo. Vou te dar uma dica - um exercício que oriento às minhas pacientes que tratam a síndrome pré-menstrual, utilizando um óleo vegetal de qualidade, gergelim ou coco, por exemplo, você pode realizar massagens circulares nas mamas, para dentro e para fora, todos os dias durante o banho, os benefícios são

  • eliminação das dores nas mamas
  • redução da ansiedade
  • favorecimento da circulação da energia do fígado que mantém uma circulação harmoniosa por todo nosso corpo
  • e claro o contato diário com suas mamas a qualquer sinal de alteração você será capaz de perceber.

Cuide-se, previna-se, toque-se... juntas somos mais fortes!

Até a próxima

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Síndrome dos Ovários Policísticos

Publicado por Flavia Macedo Parente em 21/07/2018 às 21h27

síndrome dos ovários policísticosSíndrome dos Ovários Policísticos

Uma das principais questões com relação à Síndrome dos Ovários Policísticos é o diagnóstico, não se trata de uma doença dos ovários, na verdade trata-se de uma síndrome metabólica, ou seja, trata-se de um conjunto de sintomas e sinais que incluem imagens císticas nos ovários, resistência à insulina, oligomenorréia (irregularidade menstrual), aumento de pelos no corpo, entre outras coisas. Muitas vezes diante de apenas um sinal, cistos nos ovários, as mulheres são orientadas a tomar anticoncepcional, que na verdade não trata tal síndrome, apenas paralisa os sintomas, muitas destas mulheres quando param a medicação voltam a desenvolver a síndrome.

A Acupuntura Energética, a Ginecologia Natural e o Sagrado Feminino trazem luz diferenciada para esta desarmonia, fazem com que a mulher olhe de um novo ângulo para ela mesma, questionando como ela chegou neste lugar? Quais hábitos que quando mudados ou acrescentados podem favorecê-la? Como anda sua alimentação?

A Acupuntura Energética favorece a circulação local e trata à desarmonia que gerou tal situação, promovendo consciência corporal, o Sagrado Feminino conecta e assim favorece a atração da saúde e do bem estar e a Ginecologia Natural nos trás instrumentos para serem estradas neste caminho de retorno ao bem estar, caminho de cura.

São muitas informações a serem observadas, compreensão dos motivos emocionais, hábitos de vida e alimentares, hereditariedade, é importante uma avaliação minuciosa da sua vida, e isso pode ser orquestrado por um profissional, mas também pode vir do auto conhecimento, só é necessário saber o que olhar e aprender como entender cada característica.

Aqui no site da Acupuntura Energética temos cursos online que podem te ajudar a percorrer este caminho, pesquise, estude, busque, existem outros caminhos, outras estradas, sim são caminhos não tão fáceis quanto tomar uma medicação, muitas vezes barata, todos os dias, mas é um caminho de busca e autocuidado muito bonito e glorioso. Acredite.

Até a próxima

Flavia

Categoria: Medicina Tradicional Chinesa
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Menarca

Publicado por Flavia Macedo Parente em 10/07/2018 às 16h54

O desabrochar da menina é um processo muito bonito e intenso, novas emoções, hormônios que circulam intensamente. Muitas mudanças acontecem e torna-se necessário um olhar diferenciado, um acolhimento.

Desarmonias geradas neste momento podem acompanhar a menina durante muito tempo, mobilizar estes hormônios com hormônios sintéticos nem sempre é o melhor caminho. A Medicina Chinesa pode colaborar e muito durante todo este processo, ajudando na formação de uma mulher forte e sadia.

Os conceitos do Sagrado Feminino em relação à mulher e seu ciclo menstrual, as ervas da ginecologia natural, hábitos de vida, autoconhecimento e conexão podem mudar a vida de qualquer mulher e quando tudo isso acontece à menina logo no início de sua vida cíclica pode facilitar toda sua vida.

Dores menstruais, grandes alterações de humor, sofrimento, angústias relacionadas ao ciclo menstrual não são "normais", não permita que a sua menina se acostume com o que tem tratamento.

Até a próxima

 

Flavia

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Infecção Urinária e a Acupuntura Energética

Publicado por Flavia Macedo Parente em 09/04/2018 às 14h06

infecção urináriaInfecção urinária é uma desarmonia comum nas mulheres, cercada de causas emocionais grita emoções contidas, é preciso ouvir seu corpo, conhecê-lo, compreender suas emoções, esse é o caminho, na acupuntura energética mudamos o olhar diante dos desafios da alma e do corpo, posicionando a mulher como geradora de sua vida e suas experiências, assim o empoderamento é possível, ela gera ela cura.

Infecção do trato urinário ou infecção urinária pode ser causada por fungos ou vírus, mas na maioria das vezes são causadas por bactérias, seus sintomas são ardência e dor ao urinar (cistite), urgência miccional, urina escura e turva, sangue na urina, dor no baixo ventre e lombalgia, a mulher deve ser avaliada por um médico e realizar exames laboratoriais e o tratamento é realizado através de antibióticos, uma complicação grave é a pielonefrite, quando a infecção chega aos rins.

Na Medicina Chinesa a infecção urinária tem algumas origens, ao principal diagnóstico chamamos de umidade calor em bexiga, o que se relaciona aos sintomas e ao local onde se encontra a desarmonia, umidade pelo aumento de muco representado pela presença de pús, e calor demonstrado pelo calor na urina ou na região da vagina e a ardência ao urinar, porém as principais causas da infecção urinária estão relacionadas ao órgão energético rim, com a redução da energia yin ou yang do rim, sim, a deficiência tanto yin quanto yang dos rins pode gerar a infecção urinária, quando temos associada à infecção urinária agitação física e psíquica entendemos como deficiência do yin do rim, o contrário, quando apresentamos lentidão física à relação se faz com a deficiência do yang do rim. Na medicina chinesa atuamos principalmente na causa, sendo assim, cuidamos da umidade e do calor, porém nosso principal foco será o fortalecimento da energia do órgão energético rim.

É importante compreender como podemos causar esta deficiência no rim, através de excessos, excesso de trabalho, excesso de desgaste emocional, desequilíbrio entre repouso e trabalho; a bexiga é um órgão de eliminação, recebe a parte impura dos líquidos orgânicos e as libera, elimina, deixa ir, aí está toda a dica necessária para compreendermos sua origem emocional, na metafísica infecção urinária ocorre quando a mulher está com dificuldade em deixar ir o que sabe que precisa partir, tentar segurar o que não te pertence, não aceitação ou irritação com o parceiro também aparecem como origens emocionais, quando os sintomas iniciam por cistite a angústia pode estar na mulher entender que está repetindo um história já vivida antes.

Respeito, respeite seu corpo, não o sobrecarregue, equilibre sua rotina, priorize o que te faz bem, respeite suas emoções, suas sensações, converse com a mulher que está ai dentro de você, exponha seus sentimentos ao seu parceiro, você é a única pessoa capaz de mudar o final da sua história e claro - tome água, muita água.

Até a próxima

Flavia

Categoria: Cultura e Tradições Chinesas, Técnicas auxiliares
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Mulher

Publicado por Flavia Macedo Parente em 08/03/2018 às 09h26
mulherFeliz dia da mulher! Feliz dia que representa todos os outros, que todas as mensagens, vídeos, flores, abraços e parabéns que possamos receber hoje desperte e conscientize a sua mulher interior.
Que possamos amar a nós mesmas tanto que transborde para os que nos cercam.
Que possamos conhecer o bom toque, o toque do amor, do carinho, do cuidado, primeiramente o nosso toque e assim reconhecermos rapidamente o toque do abuso, sabendo sempre que fragilidade não é sinônimo de fraqueza...
Que possamos nos empoderar, nos conhecer, nos aceitar...
Que possamos aprender a receber, a precisar, que não é possível viver só doando...
Compreender que juntas somos mais fortes, reconhecendo nosso papel e nos responsabilizarmos por nossa vida...
Que possamos aceitar o masculino, sua força, amor e ação provedora, entendendo que juntos chegamos mais longe...
Se couber a mim a escolha, decido voltar mulher em todas as próximas vezes que meu espírito voltar a carne.
Feliz dia da mulher🌹
 
Até a próxima
 
Flavia
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A Acupuntura na dosagem do FSH

Publicado por Flavia Macedo Parente em 27/02/2018 às 17h22

FSHO FSH – Hormônio Folículo Estimulante é produzido pela glândula pituitária e é extremamente importante para a fertilidade feminina, presente desde os primeiros exames na busca do sonho em ser mãe, alterações em sua dosagem podem demonstrar a impossibilidade da gravidez natural.

A função do FSH está relacionada com o amadurecimento dos folículos presentes nos ovários femininos, que mais tarde liberaram o óvulo para a fecundação, é também a partir do FSH que outros hormônios são liberados com a intenção de preparar o útero para receber o tão desejado embrião.

A dosagem de FSH muda juntamente com o ciclo menstrual, sua dosagem na fase folicular do ciclo, ou seja, o início dele, entre o 1º ao 12º dias, pode dizer muito sobre a sua fertilidade, até 5 UI/L indica excelente reserva ovariana, ou seja, você está apta para engravidar, entre 5 e 10 UI/L boa reserva ovaria, entre 10 e 15 UI/L reserva ovariana diminuída, pode precisar de um especialista e acima de 15UI/L baixa reserva ovariana, e aqui pode indicar insuficiência ovariana, menopausa e dentro da gravidez assistida pode resultar em que sua gravidez dependerá de doação de óvulos, sua gravidez não poderá acontecer com seus óvulos, o universo da fertilidade hoje em dia, através da especialidade da reprodução humana, envolve muitas outras variantes não apenas um hormônio, porém, os níveis de FSH são extremamente valiosos para o direcionamento do tratamento.

No final de novembro de 2017 recebi uma paciente em meu consultório, 42 anos, nos últimos anos passou por 6 tratamentos de FIV – Fertilização in Vitro, e estava às vésperas de começar um novo, porém seu FSH estava muito alto, as esperanças de uma gravidez com seus óvulos estavam diminuindo, iniciamos o tratamento com Acupuntura Energética, acompanhando o tratamento médico na reprodução assistida, no primeiro exame feito após o início da acupuntura tivemos que ter muita fé e persistência, porque ele não nos animou – FSH colhido na fase folicular era 25,1 UI/L, continuamos com o mesmo foco de tratamento, fortalecer a energia vital dela, e esta semana, quando novamente ela se encontrava na fase folicular do ciclo uma belíssima surpresa FSH 4,4UI/L, quanta alegria, pode ser iniciado o tratamento para estimulação ovariana e captação dos óvulos.

Uma história de 6 FIV’s sem sucesso, uma condição hormonal desfavorável, e quando foi associado a acupuntura o corpo respondeu satisfatoriamente, ainda não sabemos o resultado final, mas essa conquista é muito grande, dar mais uma chance a essa mulher é a princípio tudo o que ela buscava.

A acupuntura energética faz um trabalho belíssimo na infertilidade, tanto em tentativas naturais quanto no acompanhamento da medicina da reprodução assistida, o trabalho multidisciplinar tem mostrado a cada dia que juntos somos mais fortes e que as mulheres só tem a ganhar com esta união. Procure um acupunturista especializado em Ginecologia e Obstetrícia ele pode te ajudar!

Até a próxima

Flavia

Categoria: Medicina Tradicional Chinesa
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Ginecologia Natural

Publicado por Flavia Macedo Parente em 07/02/2018 às 14h56

ginecologia naturalHá muito tempo que as mulheres se afastaram de sua essência, há muito tempo que elas delegaram a outros a sua saúde e foram perdendo sua conexão, sua capacidade de se perceber, de se auto tratar. A ginecologia natural vem resgatar esta conexão.

Sim, trata-se de uma linha de tratamento natural, porém a ginecologia natural é muito mais do que tratamentos através de plantas, sim, podemos utilizar plantas, argilas, óleos essências, banhos e etc, mas muito mais que isso é a proposta de reconexão, ginecologia natural significa auto conhecimento, a mulher conhecer a si mesma, física, emocional e espiritualmente, conhecer como seu corpo funciona, seu muco, sua vagina, seus seios... Como estão em cada fase do seu ciclo menstrual, como estão em cada fase do seu ciclo de vida.

A cultura da facilidade está levando as mulheres a cada vez mais se afastarem de si mesmas, medicamentos e condutas que adormecem suas sensações estão acabando com nossas intuições, nossa sabedoria. A auto observação é o primeiro passo, você sabe como está emocionalmente a cada semana do seu ciclo? Você sabe como sua vagina está a cada semana do seu ciclo menstrual? Ela é igual? Você olha sua vagina? Seu muco fica igual em todo o ciclo? Você muda de humor dependendo da lua? Sua sexualidade é igual o tempo todo? O ano todo?

A cada passo que damos em direção ao autoconhecimento, ampliamos e fortalecemos nossa conexão com nosso corpo e nossa feminilidade, que além de cuidar dos outros passamos a cuidar de nós mesmas, quantas mulheres são excelentes mães, capazes de saber como o filho se sente ou onde dói, mas não está capaz de perceber que algo não vai bem com o próprio corpo, ou ainda, sente que algo não vai bem, mas ignora totalmente este chamado.

A ginecologia natural usa sim ervas, chás, banhos, vaporizações, acupuntura, florais, terapias vibracionais mas também utiliza observação, cuidado, carinho e muito amor, e toda esta nova conduta nos trás empoderamento, confiança e autoestima.

Até a próxima

Flavia

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